Política

Rachel Magrini lidera pesquisa e pode ser a 2ª mulher a assumir OAB/MS, diz Itop

Candidato da situação lidera, mas mulheres têm chance de assumir OAB após 30 anos

Publicada em 19/08/21 às 11:44h - 56 visualizações

por Expressão Naviraí - Canal de Tv Local de Naviraí


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Rachel Magrini, Bitto e Giselle estão na disputa da OAB/MS (Foto: Arquivo)  (Foto: Divulgação)

Levantamento do Itop (Instituto TopMídia de Pesquisa) aponta que a candidata de oposição, Rachel Magrini, lidera a corrida pela sucessão da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso do Sul), com 33%. O candidato da situação, Luís Cláudio Alves Pereira, o Bitto, tem 31%.

A terceira candidata, Giselle Marques, também de oposição, tem 4%, de acordo com a pesquisa divulgada pelo TopMídiaNews. O índice de indecisos ainda é alto, 28%, enquanto 3% não votariam em nenhum dos três candidatos.

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A pesquisa foi realizada com 600 advogados nos dias 2 e 3 deste mês e com margem de erro de 4% para mais ou menos. O nível de confiança do levantamento é de 95%. A pergunta feita foi: “Se as eleições da OAB/MS fossem hoje, e os candidatos fossem estes, em quem você votaria para presidente?”

De acordo com o levantamento, Rachel também lidera na espontânea, com 21%, contra 18% de Bitto e 2% de Giselle. Já 56% ainda não definiram o candidato a presidente da OAB/MS que vai suceder o atual presidente, Elias Mansour Karmouche.

A pesquisa vai na contramão do levantamento feito pelo Instituto Ranking, que apontou Bitto com 38,43%, Rachel com 27,14% e Giselle com 9,57%. A margem de erro é de 5% para mais ou menos.

Bitto é conselheiro federal da OAB e vai para a eleição de novembro como o candidato de Mansour Elias Karmouche. Rachel Magrini foi secretária geral na gestão de Leonardo Avelino Duarte. Giselle corre por fora como candidata independente.

Considerada um dos pilares da democracia, a OAB/MS só elegeu uma mulher presidente, Elenice Pereira Carille, em 1990. Desde então, nos últimos 30 anos, os advogados de Mato Grosso do Sul nunca elegeram uma mulher para comandar a entidade. Rachel tem chance de quebrar esse tabu após três décadas.

Fonte o Jacaré




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